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Cientístas russos começam a vincular a atividade sísmica com a atividade solar e aos ciclos cósmicos

Tradução: Caminho Alternativo

Imagem: internet

As novas tendências de investigação na previsão de terremotos, mostram que existe um claro surgimento de ondas “G” procedentes do Sol e do centro da Galáxia (Sagitário A), nos dois dias anteriores à produção de um terremoto.

Recentemente, surgiu a patente de um sistema de “caixas pretas” que permitem a previsão dos terremotos com certa antecedência, demostrando ter sido eficazes em sua utilização durante 2011. A patente consiste na instalação de três dispositivos detectores que gravam as anomalías geomagnéticas próximas às falhas e zonas de maior risco sísmico.

Cada dispositivo detecta um tipo de anomalía derivada dos raios cósmicos, as perturbações ino-magnetosféricas e finalmente o movimento das placas e relaciona os três parâmetros, gravando permanentemente os resultados.

A tecnología da patente permite registrar as anomalías com uma antecedência que vai desde várias horas até os dois dias anteriores à ocorrência dos terremotos.

As previsões de atividade sísmica passan agora necessariamente pela análise conjunta das três variáveis (Atividade Solar e Cósmica procedente do centro da Galáxia + Perturbações Geomagnéticas na Ionosfera e Magnetosfera + Reação Sísmica da crosta terrestre). Na Espanha esta teoría se conhece como a TGTRPT (Teoría Geral das Três em Raia das Placas Tectônicas), porque explica que a interação das três variáveis citadas implicam um incremento na atividade sísmica geral.

A Patente se denomina Atropatena.

Para que os dispositivos de previsão funcionem adequadamente devem ser configurados de forma triangular, conforme descrevem os inventores. De vital importância é a interação entre os raios cósmicos procedentes das tempestades solares e outros eventos estelares próximos, o que resulta de especial interesse na denominada “perturbação de Sagitário”.

Conforme argumentam diferentes Papers e na patente, a maioria dos movimentos sísmico ordinários que podem ser previstos horas antes, são fácilmente detectáveis em função das tempestades solares, mas também descobriram que existe um fator adicional procedente das ondas eletromagnéticas dos eventos próximos a Sagitário A, e nestes casos a atividade sísmica pode ser prevista con 48 horas de antecedência.

O seguinte gráfico mostra o diagrama de perturbações horas antes da produção do sísmo:

 

 

Pode se ver como a Estação da Indonésia (Yogyakarta) detectou a anomalía gravitacional provocada pela incidência dos raios cósmicos na magnetosfera quase três dias antes da produção do terremoto. A NASA reconheceu que o terremoto no Japão afetou o equilíbrio geomagnético e produziu uma alteração no eixo da Terra.

Como dizem os inventores da Patente, o prêmio pelo esforço foi possível graças à investigação independente externa à burocracia do atual sistema científico, e graças à existência de equipes de trabalho científico, coordenadas e independentes na Internet, que começaram a formular a teoría de forma compilada e consolidada, dando a luz a antigos Papers de cientistas como A.I.Abdurakhmanov (1976), N.K.Bulin (1982), Y.A.Gadjiyev (1985), N.I.Guschenko (1985), Sh.F.Mekhtiyev, E.N.Khalilov (1984, 1985), S.V. Tzirel (2002). Thus, A.I.Abdurakhmanov, P.P.Firstov and V.A.Shirokov (1976) .

A compilação e formulação consolidada da teoría em diferentes pontos do globo, permitiu por fim uma tecnología que permite conhecer, gravar e detectar os terremotos com uma antecedência de até 48 horas.

O efeito da “Perturbação de Sagitário” na atividade sísmica.

As descobertas e as medições também mostram pela primeira vez, que existem ciclos galáticos periódicos de rotação, e que a energía procedente do centro da galáxia está cada vez mais presente e influi nos ciclos solares e consequentemente na atividade sísmica.

A medição dos ciclos solares e sua interação com a energía que provêm do centro da Galáxia (Sagitário A), será possível pela primeira vez com as medições e gravações dos dados incorporados nos “Atropatena”.

O seguinte gráfico, mostra a correlação de séries históricas de medição entre atividade cósmica e atividade sísmica.

 

 

O gráfico mede também a incidência da mudança climática, outro parâmetro que depende também da atividade cósmica e seus ciclos. A descoberta é importante porque descarta a teoría antropogênica do CO2 como única causa da mudança climática global, e sua vinculação com a atividade sísmica global.

Alguns países adquiriram o sistema de prevenção. Entre otros, podemos citar:

Kazakistão; (NPK Prognoz, Kazakhstan Ministry of Emergency Situations;
Uzbekistão (Institute of Seismology, Uzbekistan National Academy of Science)
SETAC (Instanbul, Turquía) e FATE (Praga,  República Checa).

O antecedente teórico foi formulado em 1946-1947 por W. Elsasser que já propôs um modelo matemático onde coexistiam dois modelos de geometría no “campo magnético” da Terra, uma geometría toroidal e outra poloidal. Também determinou que ambos tipos de geometría geravam diferentes modelos de oscilações, que poderiam estar relacionadas com a atividade de ondas cósmicas procedentes do espaço exterior, e que posteriormente eram redistribuidas interiormente.

Hoje sabemos que Elsasser tinha razão. As posteriores análises e investigações, assim como os instrumentos precisos de medição da magnetosfera e ionosfera, nos mostram que a maior carga Ionosférica medida em términos do diagrama TEC, maior repercusão nas placas tectônicas.

A surpresa de Geller.

Quando Robert J. Geller, responsável pelo Departamento de Geofísica e Física Planetária da Universidade de Tóquio, afirmou após o terremoto de 11 de março de 2011 que os terremotos ocorrem por surpresa e não podem ser prognosticados, já que obedecem ao caos, não esperava que vários grupos científicos desde diferentes pontos do globo, já tinham detectado a anomalía (em 7 de março de 2011) três dias antes do terremoto desde três localizações diferentes:

  • Baku (Azerbaijão)
  • Islamabad (Paquistão)
  • Yogyakarta (Indonésia)

A previsão dos modelos até a data, é de 90% de acertos, o que outorga uma confiabilidade incrível a esta tecnología. Um dos problemas encontrados pelos membros da equipe do Azerbaijão foi com uma oposição selvagem procedente da censura acadêmica, já que os planteamentos teóricos propostos afrontavam a Relatividade Geral. De fato, ao descobrir que a gravidade não é constante senão oscilante por ciclos, abrem passo para a formulação da Teoría da Relatividade Absoluta como uma realidade empírica comprovável. (A oscilação medida de 1017 a 1019 amperes procedente de Sagitário ao repetir a esperiência Cavendish).

São muitas as descobertas associadas a este grupo científico que fez possível que muitos governos adotassem outra linha de investigação de acordo com as novas tendências científicas, que pouco a pouco estão colocando em séria evidência o modelo Ortodoxo, em matéria de Gravidade, Campos Electromagnéticos, Ciências Climatológicas e Geofísica.

Pela primeira vez, estamos perante uma tecnología que evidencia que a TGTRPT é correta e que aponta mais para o Centro da Galáxia do que para a composição interna das placas tectônicas e que mostra que nosso Sistema Solar interage com outros eventos que provêm do Centro da Galáxia.

Documentação técnica e científica sobre o Atropatena (link).

Proc. Pakistan Acad. Sci. 46(4):233-246. 2009 EARTHQUAKE PREDICTION:… [PDF-714K]
Jul 2011 – http://www.paspk.org/downloads/Proc46-4/proc46-4-7.pdf

UGM Researchers Perform Atropatena Research for Earthquake Prediction | Universitas Gadjah Mada [18K]
Aug 2011 – http://www.ugm.ac.id/new/id/node/1973

Fonte: StarViewer

Comentário do blog:

Além destas equipes, existe também uma equipe brasileira que têm feito previsões de terremotos, se chama Quake Red Alert que fazem as previsões “baseando-se em algoritmos de triangulação de dados”, segundo eles, com acerto de 80%.

Conforme vêm sendo postado no blog, o que ocorre no cosmos(centro da galáxia) afeta todo o nosso sistema solar, a Terra e também a vida que habita este planeta. E tudo ocorre de forma cíclica.

Curiosamente, civilizações antigas sabiam deste ciclo cósmico e deixaram avisos através de desenhos em pedras e paredes de antigas construções, como se fossem uma espécie de “profecia”. O conhecimento destes povos vão sendo confirmados e se percebe que se trata de conhecimento científico que de alguma forma eles descobriram ou receberam de outra civilização mais avançada.

O ceticismo em torno a este avançado conhecimento do cosmos por civilizações antigas é muito incentivado pelo meio científico acadêmico atual. Como se toda a matrix fosse desmontada como um castelo de cartas caso a humanidade descubra a interação do cosmos com o homem.

Talvez eles estejam com medo de serem expostos, que de fato apenas especulam teorias para ocultar as evidências que já começam a saltar aos olhos de todos.

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  1. março 7, 2012 às 11:39 pm | #1

    Tudo está intimamente conectado, a maior ilusão de percepção que se pode ter é de que somos separados, ou de que estamos isolados dentro de nossos quartos quando fechamos a porta. Não há como se ocultar das conexões que nos cercam. A ciência verdadeira considera o Todo como sendo o objeto de estudo.

    Estamos presenciando a queda do paradigma cartesiano, que avalia as partes isoladamente dos objetos de estudo, para o surgimento da ciência Sistêmica, onde os cientistas consideram o Todo que cerca o objeto como parte dele. Pensar que o cosmos e o centro da galáxia estão ligados aos movimentos sísmicos foi um modo Sistêmico de pensar destes cientistas. Se eles fossem seguir a risca o modo acadêmico cartesiano de pensar, nunca sairiam de uma única variável: movimentação interna das placas tectônicas e movimentação magmática e ponto final.

    È assim que todos os pesquisadores devem aprender na universidade, á pensar com o Todo, pelo Todo e no Todo. Isso deveria se aplicar não só na ciência, mas na política e na educação. Pode parecer apenas uma pequena mudança de foco, mas isso resulta em mudanças e criações totalmente diferentes da que temos atualmente, quase que radicalmente diferente seria o mundo se o pensamento sistêmico tivesse sido adotado dês do inicio dos séculos passados.

    Seríamos com certeza altamente mais avançados. Falar sobre o pensamento sistêmico daria páginas e páginas, para parar por aqui indico um filme para quem quiser saber mais sobre este pensamento. È muito bom. E o final revela um Insight que poucos conseguem perceber. Se já viram, vale á pena ver de novo, sempre se percebe algo mais na segunda ou terceira olhada. http://migre.me/8cStA

  2. maio 11, 2012 às 9:47 pm | #2

    O que existe em Sagitário é uma anã marrom classe Y, escura e indetectável em luz visível. Essa anã marrom é a companheira do Sol: Nêmesis, Tyche ou Planeta X para os cientistas, Hercólubus ou Nibiru para os cientistas.

    Vamos ver até quando irão conseguir esconder isso da população.

  3. leonardo capri
    dezembro 24, 2012 às 6:44 pm | #3

    ao se aplicar os estudos as partes independentes ,sem considerar o todo,nao teremos o resultado correto ou o teremos parcialmente o VORTEX e a força universal, tudo gira,planetas sistemas solares e as galaxias ,todos interagem na devida proporçao,do espaço tempo

  4. dezembro 25, 2012 às 1:32 pm | #4

    Boa tarde a todos.

    Realmente tem lógica o facto de civilizações antigas terem este tipo de conhecimento , passado através de civilizações mais avançadas .

    Ora ai está a lógica e o despertar do sentido das coisas. Só agora é que estamos a descobrir o porquê de certos conhecimentos tais como o fim do calendário maia e entre outros

  1. março 4, 2012 às 4:37 pm | #1
  2. março 4, 2012 às 5:08 pm | #2

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