“Operação Venezuela Freedom 2”: Comando Sul dos EUA em etapa decisiva contra a Venezuela

Foi divulgado recentemente uma nova operação de golpe de estado, com características híbridas, elaborada pelos EUA contra o presidente Maduro na Venezuela. Este plano envolveria o Brasil, sendo necessário derrubar Dilma Rousseff para usar o país como um proxy diplomático ou militar contra a Venezuela.

Uma possível guerra na América do Sul se aproxima devido aos interesses das multinacionais em usurpar o petróleo, gás, minérios e aquíferos. Na agenda está a clara intenção de posicionar os países alvos do golpe contra a Rússia(BRICS), através do controle de suas divisas. Por trás da mudança de regime se esconde a guerra entre o hiperinflacionado e moribundo petrodólar e o rublo e yuan (respaldado em ouro).

Como sempre, os neocons e sionistas usam o eufemismo para atacar e invadir nações. O nome desta operação criminosa possui a palavra “freedom” (liberdade), dando a entender que querem levar a “liberdade” e “democracia” à Venezuela, a mesma “democracia” que levaram à Líbia, Sudão, Afeganistão, Iraque e Síria.

 

Operação Venezuela Freedom 2

 

Os EUA aprovaram a “Operação Venezuela Freedom 2”, assinada pelo general Kurt Tidd, chefe do Comando Sul (Southcom) dos Estados Unidos em fevereiro deste ano, e mencionada em vários artigos importantes publicados recentemente. Este documento detalha as ações que já estão em desenvolvimento na segunda fase do que facilmente derivará no derramamento de sangue do povo venezuelano, vítima dos traidores de sempre, hoje entronados na Assembleia Nacional, e submetido a uma feroz manipulação que aposta tudo na amnésia popular. […]

Não há dúvidas de que o Comando Sul prepara um cenário bélico para a Venezuela; está preparando as condições para fazer do país uma nova Libia. […]

O golpe de Estado contra a presidente Dilma Rouseff está associado diretamente com o plano contra a Venezuela, e, ao menos que o povo organizado no Brasil planteie uma luta tenaz, até as últimas consequências, não é previsível que se possa evitar esse revés, o que abriria de imediato as portas a uma ofensiva diplomática quase sem resistência para isolar a Venezuela. […]

 

Fontes: misionverdad.com e cubadebate.cu

Não se sabe como os militares brasileiros irão reagir a este plano dos EUA. Fora do Brasil especulam que os militares se preparam para impedir que Temer/Cunha usurpem o poder através do “golpe brando”.

O Brasil adquiriu armamento da Rússia nos últimos anos e ainda tinha agendada a compra dos caças russos de 5ª geração, o que torna o golpe de estado uma questão geopolítica. Sendo a Venezuela uma aliada da Rússia é difícil imaginar que os russos permitam que o Brasil, liderado por Temer, use as armas russas para agredir a Venezuela.

A situação é gravíssima e as Forças Armadas brasileiras já devem estar cientes do cenário bélico que os EUA querem impôr aos brasileiros. São duas opções, ou o Exército brasileiro impede que Temer e Cunha usurpem o poder, ou o país ficará diretamente subordinado a Washington, Londres e Tel Aviv para iniciar uma guerra na região.

Artigos relacionados

A agenda anglo-sionista de Michel Temer e Eduardo Cunha para o Brasil

EUA bate os tambores de guerra contra o Irã e a Venezuela

Venezuela se prepara para uma guerra prolongada com Estados Unidos

Atilio Borón: “Depois da Venezuela, EUA virá pela Argentina e Brasil”

Israel prepara intervenção na América do Sul sob o pretexto do “narco-terrorismo”

Categorias:Mundo Tags:, ,

Ken Livingstone e a Nova História

Ken Livingstone

Ken Livingstone é um político britânico.

Definido também como Red Ken por via das suas ideias orientadas à Esquerda, é membro do Parlamento, já foi líder do Greater London Council (GLC, um forma de governo local da capital inglesa entre 1965 e 1986) e desde 2000 até 2008 foi Presidente da Autarquia de Londres.

Faz parte do Partido Trabalhista (o Labour Party). Aliás: fazia.

Já não faz porque Red Ken foi expulso do partido. A acusação? A pior que hoje em dia possa atingir um ser humano: antissemitismo. Uma infâmia que irá pesar sobre o que resta da vida dele e sobre as próximas duas gerações dos Livingstone. Red Ken disse o seguinte: os líderes sionistas dos judeus na Palestina emigraram no início dos anos de ‘900 e a seguir colaboraram ativamente com Hitler.

 

Anti-quê???

 

É este antissemitismo? Não. E não apenas porque é fato historicamente provado, mas também porque está escrito, preto no branco, em The Transfer Agreement and the Boycott Movement: A Jewish Dilemma on the Eve of the Holocaust, no Centro de Estudos Yad Vashem, Vol. XXVI, Jerusalem 1998, pp 129-172. O Centro Yad Vashem, tanto para ter uma ideia, é o memorial oficial de Israel para lembrar as vítimas judaicas do Holocausto. O The Transfer Agreement é um dos mais conceituados documentos sobre o tema do acordo de “transferência” (limpeza étnica) dos judeus europeus que deveria ter sido implementado pelos Nazistas com a entusiasta cooperação dos judeus sionistas da Palestina.

A documentação sobre o plano de limpeza étnica dos palestinos por parte dos sionistas a partir do Primeiro Congresso Sionista de Basileia, em 1897, é tão fundamentada e conclusiva que pessoas como Golda Meir, Moshe Dayan, Rabin, Begin, Shamir e Netanyahu tiveram que aceitá-la e admiti-la sem rodeios. O fundador do sionismo, Theodor Herzl, deixou tudo escrito já antes de 1904 (Herzl, Theodor: The complete diaries, N.Y. Herzl Press, 1969, vol. I, p. 88.):

 

Vamos tentar empurrar a população [da Palestina, ndt] em miséria além das fronteiras procurando-lhe emprego nos Países de trânsito, enquanto lhes negaremos qualquer trabalho na nossa terra […] Ambos os processo de desapropriação e de expulsão dos pobres devem ser realizados de forma discreta e secreta.

 

Os sionistas que desejavam expulsar os Palestinos tinham todo o interesse que o maior número possível de judeus europeus emigrassem para a Palestina. E Nazismo, com a sua clara intenção de eliminar os judeus, representava uma oportunidade maravilhosa. Os sionistas ofereceram ao Terceiro Reich cooperação no processo de limpeza étnica na Europa. Ponto final, esta é História.

O grotesco é a forma como o Ocidente está disposto a rastejar quando se trata dos sionistas, babando-se e tremendo, até ultrapassar os mesmos israelenses na defesa dos crimes por estes cometidos: Livingstone foi expulso do seu partido por ter dito a verdade, nada mais do que isso. E reparem: não num partido conservador, mas supostamente de Esquerda, o partido liderado por Jeremy Corbyn.

Estamos perante a releitura da verdade para que seja apresentada uma nova História, na qual o povo hebraico tem que desenvolver unicamente o papel de vítima, suprimindo até aqueles que são fatos comprovados e que são aceites no mesmo israel.

É uma História simples, para mentes simples: Hitler era louco e chegou ao poder só pela força do fanatismo; os judeus eram um povo tranquilo que o regime Nazista decidiu eliminar por questões raciais; depois os EUA foram cobardemente atacados em Pearl Harbor, então decidiram entrar em guerra para derrotar a loucura de Hitler, Mussolini e do Imperador do Japão. Ken Livingstone? Um antissemita que acusa falsamente os Judeus e que portanto não pode encontrar lugar num partido de Esquerda.

Pronto, a Nova História é servida.
Sejam felizes.

 

Uma conspiração, Corbyn o covarde & anti-sionismo

 

Acabou? Ainda não.
O jornalista italiano Paolo Barnard conhece os citados documentos então decide ligar para alguns diários ingleses (The Guardian, The Independent e BBC Newsnight) com a intenção de informá-los de quanto acima reportado; mas a resposta é mais ou menos a mesma: “Sério? Boh, a notícia afinal já saiu, não é que nos interesse muito”.

Liga para Noam Chomsky e esta é a conversa:

 

Barnanrd: O que Livingston disse que é abertamente admitido por Israel em Yad Vashem. O que diabo está acontecendo no Reino Unido?
Chomsky: Estão todos paralisados pela habitual histeria sobre o sionismo. Tente contactar o The Guardian.
Barnard: Já falei com as redações de The Guardian, The Independent e da BBC Newsnight, mas não querem saber. Dá para acreditar??!!
Chomsky: Acredito, acredito… tenta com MediaLens.

 

MediaLens é uma organização inglesa que há décadas dá na cabeça da assim chamada “esquerda livre britânica” quando esta se assusta pelas notícias. Portanto, Barnard envia um mail para o diretor, David Edwards, e um para George Galloway do Parido Laborista. Na manhã seguinte, Edwards responde para dizer que Galloway já tuitou as informações (isso é: que as palavras de Livingstone na verdade estão presentes no The Transfer Agreement), que foram enviadas também por um ativista anônimo de Londres; mas Barnard relata também das conversas tidas com o The Guardian, The Independent e BBC Newsnight e é aí que a coisa se torna ainda mais interessante:

 

Edward: Olha Paolo, há um acordo de ferro entre The Guardian, The Independent e a BBC para destruir Jeremy Corbyn [lembramos: o novo líder do Partido Laborista, ndt].
Barnard: Mas porquê? Corbyn é uma camomila de socialista, a quem pode meter medo?
Edward: Mesmo a camomila é demasiado de Esquerda neste País agora, o Partido Trabalhista quer eliminá-lo e o escândalo foi montado por causa disso.

 

Moral: Corbyn assustou-se perante a acusação de antissemitismo e preferiu expulsar Livingstone do partido por ter dito a verdade (um fato historicamente comprovado) em vez que defendê-lo e enfrentar as acusações.

Não satisfeito, Corbyn iniciou uma investigação interna sobre o antissemitismo no Partido Trabalhista, tanto para não deixar dúvidas acerca da sua boa fé e atirar as dúvidas sobre o partido todo.

Potência do adjetivo: antissemita. É suficiente esta palavrinha para espalhar o terror, fazer ruir muros, mergulhar na suspeita. E não deixa de ser irônico saber que um dos grupos mais antissemitas seja mesmo o sionista, formado por judeus enlouquecidos por um sentido de omnipotência, combatido até por movimentos hebraicos.

A propósito: desde 2015 já não é possível ser “anti-sionista” e não “antissemita”. Um tribunal alemão (Essen) decidiu que o anti-sionismo e o antissemitismo são equivalentes.

Como afirma o juiz Gauri Sastry:

 

‘Sionista’ na língua dos anti-semitas é um código para ‘judeu’.

 

O que é um emérito disparate: muitos judeus não são sionistas, alguns até se reuniram em grupos declaradamente anti-sionistas. A ignorância espalhada é tal que ninguém fez notar ao juiz que os Árabes também são semitas, pelo que, segundo a Nova Língua, hoje ser anti-árabe (que é uma forma de antissemitismo) significa ser anti-sionista também. O tribunal de Essen resolveu involuntariamente séculos de conflitos!

Mas, como vimos, estamos numa fase em que deve ser construída a Nova História: e paciência se a inteligência for uma das primeiras vítimas.

Fonte: informacaoincorrecta.blogspot.com.br

Artigos relacionados

O Acordo Haavara e a viagem nazi-sionista à Palestina em 1933

Os terroristas antissemitas estão em Israel e no sionismo internacional

A propaganda nazista foi baseada no que os sionistas disseram

Notícias do The New York Times revelam que o “holocausto judeu” nunca existiu

Johan Galtung: “Os judeus controlam os meios internacionais”

A história não contada sobre a “Estrela de David”

Categorias:Mundo Tags:,

Argentina: Desde que assumiu Macri são mil demissões por dia

No vídeo abaixo alguns argentinos dão o seu testemunho sobre as demissões em massa promovidas pelo regime Mauricio Macri na Argentina, tanto no setor público como privado. O mesmo será feito no Brasil se Temer usurpar o poder através do “golpe brando”.

 

Categorias:Mundo Tags:,