Yediot Aharonot: Aviões russos entram na Síria para combater terroristas

Tradução: Caminho Alternativo

 

(31-08-2015) Rússia começou sua intervenção militar na Síria, colocando um contingente aéreo numa base permanente, com o objetivo de lançar ataques contra os terroristas que operam no país árabe, informa o jornal israelense Yediot Aharonot.

Indicou que alguns aviões russos iniciou seus voos no céu sírio, e está previsto que nos próximos dias bombardeiem as posições do grupo takfirí ISIS (Daesh, em árabe) e outras bandas terroristas que lutam contra o Governo do presidente sírio, Bashar al-Asad.

O rotativo citando os funcionários ocidentais também sublinharam que durante a próxima semana milhares dos soldados russos, junto a assessores militares, aterrizarão no aeropuerto de Damasco, capital da Síria.

Segundo os informes, os russos usarão uma base militar nas imediações de Damasco, durante suas operações anti-terroristas, acrescentou.

O jornal israelense afirmou que a presença dos caças russos na Síria não representa uma ameaça à segurança do regime israelense, porém, é um desafio para a liberdade de suas operações aéreas na região.

Até o momento, nem as autoridades sírias nem russas fizeram comentários a respeito.

No passado 16 de agosto, Rússia entregou seis aviões de combate MiG-31 em virtude de um contrato assinado em 2012 entre Moscou e Damasco.

O Governo sírio aceitou a petição da Rússia para construir uma nova base militar na cidade costeira de Jableh, no noroeste da Síria.

Tanto Rússia como o Irã reiteraram em múltiplas ocasiões que não abandonarão a Síria e apoiarão a esta nação árabe até que consiga expulsar a todos os terroristas de seu território.

Anteriormente, altos mandos russos haviam falado da possibilidade do envío de tropas russas ao território sírio para acabar de uma vez por todas com os terroristas que desde 2011, com a ajuda de vários países regionais e ocidentais, desatam o caos na região.

Fonte: hispantv.com

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Unidade israelense Kidon, autor de 40 operações terroristas no mundo

Tradução: Caminho Alternativo

 

(30-08-2015) A televisão israelense admitiu que a unidade de assassinato “Kidon“, uma subsidiária do serviço de inteligência israelense (Mossad), foi autor de pelo menos 40 operações em diferentes partes do mundo, incluído o Irã.

Entre as figuras assassinadas por este departamento secreto israelense se encontram os cientistas nucleares iranianos e o alto comandante do Movimento de Resistência Islâmica Palestina (HAMAS), Mahmoud al-Mabhouh, este último durante uma operação realizada em 2010 em Dubái (Emirados Árabes Unidos), revela neste domingo a agência palestina de notícias Sama citando a um informe do canal dois da televisão israelense.

Ronen Bergman, um importante especialista nas agências de inteligência de Israel no jornal hebreu Yedioth Ahronoth, considerou o Kidon como um pequeno Mossad dentro do Mossad, uma formação que oferece treinamento militar a seus integrantes num lugar isolado, e inclusive o resto dos elementos do Mossad não sabem os nomes reais de seus componentes.

Uma das principais tarefas assignadas aos agentes do Kidon é realizar missões especiais de sequestro, execução e assassinato, segundo o informe. Entre outras missões deste departamento são o de levar a cabo homicídios e assassinatos com êxito com o objetivo da dissuasão, a intimidação e a frustração das supostas atividades hostis contra Israel.

De acordo com o documento, Kidon é a única unidade no mundo que realiza oficialmente as tarefas de assassinato e está composto por equipes integradas por uma dúzia de pessoas cada uma.

As autoridades palestinas atribuem, ademais, ao Kidon o assassinato do fundador do movimento Yihad Islâmica Palestina, Fathi Shiqaqi, em 1995.

Os integrantes da unidade de terror do Mossad ou Kidon, que trabalham sob os nomes de personagens fictícios, se encarregam também, do assassinato dos cientistas nucleares em diferentes pontos do mundo e dos dirigentes nazis que ainda estão vivos, segundo o informe.

A princípios deste mês, o ministro israelense de assuntos militares, Moshe Yaalon, admitiu numa entrevista concedida ao semanário alemão Der Speigel que a inteligência de Israel esteve por trás do assassinato dos cientistas nucleares iranianos, sublinhando: “Está muito claro, de uma maneira ou outra (…) o programa nuclear iraniano têm que ser freado”.

O funcionário israelense ameaçou abertamente com mais ataques a cientistas iranianos ou ações de sabotagem contra os sistemas informáticos do país persa, já que o regime de Tel Aviv “não vai tolerar um Irã armado com bombas atômicas”.

Nos últimos anos, quatro cientistas iranianos vinculados ao programa nuclear pacífico do país perderam a vida em atentados terroristas: Masud Ali Mohamadi (janeiro de 2010), Mayid Shahriari (novembro de 2010), Dariush Rezaineyad (julho de 2011) e Mostafa Ahmadi Roshan (11 de janeiro de 2012).

O regime de Tel Aviv, o principal autor pelo esparcimento da iranofobia no mundo, alega que o programa de energia nuclear iraniano têm dimensões militares, e apesar do recente consenso nuclear alcançado entre Teerã e o Grupo 5+1 (EUA, o Reino Unido, França, Rússia, China mais Alemanha), busca pressionar as partes ocidentais para que bloqueiem um acordo definitivo com o Irã, algo que considera como um “erro estratégico” e uma ameaça para sua sobrevivência.

A negativa israelense a um pacto Irã-G5+1 acontece enquanto oculta em seus arsenais mais de 200 ogivas nucleares e se nega a aderir ao Tratado de Não Proliferação (TNP), tampouco permite inspeções a suas instalações nucleares, apesar dos pedidos das Nações Unidas.

Fonte: hispantv.com

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Terrorismo sionista judaico contra palestinos em West Bank

Imagens que já circulam o mundo todo. Soldados terroristas de Israel(IDF) atacam palestinos semitas que protestavam em Nabi Salleh, contra a invasão e ocupação sionista judaica em West Bank.

As vítimas como sempre, são mulheres e crianças, as presas preferidas das tropas sionistas invasoras. O objetivo nestas incursões é reprimir qualquer tipo de protesto, expulsar os palestinos de suas terras, sequestrar as crianças e enviá-las às prisões. Lá os menores são espancados e torturados.

Existem diversos relatos de que nestas seções de tortura as crianças são violentadas sexualmente e em alguns casos são assassinadas para que seus órgãos sejam comercializados no mercado negro.

 

O desespero da criança palestina nas mãos do terrorista israelense.

 

O terror nos olhos do menino palestino sequestrado por um soldado terrorista de Israel.

 

Soldado terrorista da IDF tenta sequestrar menino palestino. A criança está com o braço quebrado.

 

A mãe e a irmã do menino tentam resgatá-lo.

 

Luta corporal contra o terrorista para salvar o menino.

 

Soldado sionista agride a menina palestina.

 

Terrorista da IDF agride os que tentavam ajudar o menino.

 

Menina palestina protege seu irmão enquanto a mãe tenta conter o terrorista israelense.

 

Outro soldado sionista chega para levar o menino à força e colocá-lo nas prisões de tortura.

 

Estas imagens refletem a luta diária dos semitas palestinos que tentam defender suas famílias e suas terras das tropas invasoras genocidas de Israel.

O que o sionismo israelense-Rothschild faz é, através da mídia, criminalizar a vítima(palestinos) e vitimizar o agressor(judeus sionistas).

O que você faria se tropas estrangeiras invadisse seu país, assassinasse toda a sua família, destruísse sua casa e o expulsasse de sua terra?

A causa palestina é uma causa de todos.

Imagens: mirror.co.uk

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